E obvio que ele visualizou a mensagem. Se passaram 26 horas e ele não respondeu porque não quis. Quem no mundo atual ficaria 26 horas sem acesso a internet? Talvez ele só esteja ocupado. Esses dias até eu quase não estou tendo tempo de responder meus e-mails. E isso, ele vai me responder. Espero que ele esteja morto. Nenhuma outra desculpa seria aceitável ao fato de não poder digitar "Ok! :D" Se não um ataque cardiaco subito fulminante que o levou diretamente a óbito. Sério quantos minutos uma pessoa leva para digitar 4 letras. Nada! Não demora nem 5 segundos. Não respondeu porque não me ama! Nunca me quis! Porque eu continuo insistindo em relacionamentos furados quando é obvio que isso não vai levar a lugar nenhum? Eu por exemplo, faço questão de checar a cada meia hora se recebi alguma nova mensagem, só para o caso de alguem ter falado alguma coisa importante e que precise de minha humilde opinião urgente. Ou no caso para verificar se tem alguma mensagem nova dele. Ele deve estar com outra. E isso, saiu para trabalhar e derrepente encontrou um novo amor e eles agora estão ocupados planejando uma viagem juntos ao Caribe eu nunca passei de mera distração. O que eu sou agora? uma atração ou comediante que está ai para te fazer rir por alguns momentos para te fazer o quão patetico é a sua vida até voce encontrar a Kate-Moss-2-metros-de-perna e me ignorar por 26-loongas horas? Pois saiba que nessas ultimas horas minha vida evoluiu e muito. Sou outra pessoa, muito mais feliz e decidida e de fato não preciso de voce. Eu até mandaria uma outra mensagem, mas soaria muito desesperada. Quer dizer, eu também estou tão ocupada que nem vi que se passaram 26 horas (quase 27, mas quem está contando) e ele nem me respondeu. Vou postar um selfie, só para ele me ver e se dar conta de quem ele está ignorando. Olha, espero mesmo que ele tenha morrido. Porque literalmente, para mim ele já está morto..não quero mais saber dele..eu ja superei...Oh! Ele me respondeu! *-*
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sábado, 27 de setembro de 2014
domingo, 24 de junho de 2012
Uma vida curta num longo espaço de tempo.
Sinto algo dentro de mim, que irei morrer cedo. É triste dizer, as pessoas odeiam que a gente fique pensando na morte e querem viver como se ela não fosse chegar nunca. Mas um dia ela chega e tenho certeza que para mim, chegará antes que eu termine de fazer tudo que quero.
Isso, pode significar que viverei tanto 20 quanto 73 anos, se ela vier amanhã ou aos setenta e três, será cedo demais. Isso porque, as coisas demoram mais tempo para acontecer na minha vida do que das demais pessoas em geral. Levou me catorze anos para assistir um filme no cinema e vinte para ir ao boliche pela primeira vez. Nunca andei de avião, o que seguindo as estimativas, poderá ocorrer entre os trinta e quarenta anos. Para efeito de comparação, meu irmão andou de avião antes de completar dois anos.
Quando penso nisso sei que não irá dar tempo. Não irá dar tempo de encontrar um grande amor e de conhecer boa parte do mundo. Imagina só plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.
É incrível como as pessoas nos dizem viva a vida intensamente ou não apenas exista, viva cada segundo. Mas parece que alcançar o que queremos na vida, temos que cumprir pré-requisitos antes de viver. Tem gente que diz que a vida só começa aos 30, que é provavelmente a idade que a maioria cumpre alguns dos requisitos que inclui fazer faculdade e conseguir um bom emprego. Discurso famoso nas colações de grau é " Hoje é o primeiro dia do resto das nossas vidas". Se isso for verdade, a minha vida só vai começar aos vinte e quatro e até lá eu me encontro apenas existindo, preenchendo a papelada pré-vida.
E ainda bem que existem os sonhos, que é a nossa lista de coisas a fazer quando a vida finalmente começar...
PS: Existe tanta coisa legal para fazer que não consigo entender como pessoas conseguem ficar entediadas.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
UMSG: Me sinto uma mão de vaca
*UMSG: Um mês sem gastar
Estou a 5 dias em uma dieta de gastos e preciso relatar o andamento, para que vocês me deem o suporte e apoio moral que uma terapeuta me daria, se eu pudesse pagar uma, é claro.
Estou a 5 dias em uma dieta de gastos e preciso relatar o andamento, para que vocês me deem o suporte e apoio moral que uma terapeuta me daria, se eu pudesse pagar uma, é claro.
Dia #1: Era domingo e eu passei o dia todo em casa. Foi o dia mais fácil da semana, teoricamente porque se eu não saio de casa é muito fácil não gastar, já que não tem todas aquelas lojas nos tentando a comprar alguma coisa e nem precisamos comprar coisas para comer, por exemplo. Mas mesmo assim me vi navegando por horas em sites de compras online de livros e de roupas, mas consegui me conter.
Dia #2: Era segunda, tinha aula até 12h, reunião 12h30, aula as 14h até as 17h, tinha que ir na biblioteca pegar um livro (biblioteca fica a pelo menos 15 minutos de distância do prédio de onde estudo) e nenhum tempo para comer. Fiquei muito ocupada com os trabalhos que tinham que ser resolvidos. Dai, lá pelas 11h, minha amiga me chamou para ir almoçar no shopping, disse que iria comigo de ~carro~ a biblioteca buscar o meu livro e o que eu fiz? fui com ela é claro. Sinto muito reunião, sinto muito comida do restaurante universitário de $2,50. Ela almoçou uma refeição completa o McDonalds: hambúrguer, batata frita e suco e eu comi um mísero sanduíche no Subway seco por $5 ( o suco custava $3,90, parecia que estavam vendendo uma árvore de laranja e não apenas uma caixinha de 200 ml de suco). O passeio foi divertido e acho que tudo bem se foi um dia só. Poderia ter saido bem mais caro.
Dia #3: Gastei $20 com a mensalidade das aulas de forró e prometi a mim mesma que iria todas as terças e quintas. Principalmente as quintas, quando minha aula acaba cedo e a vontade de ir para casa dormir é gigante. Eu sei que aula de forró se encaixa na parte de "coisas que posso viver sem" na lista de prioridades, mas é uma turma exclusiva, se esperasse para pagar mês que vem teria que fazer só no outro semestre. E eu estava gostando tanto das aulas de degustação ( free).
Dia #4: Demorei um pouquinho mais antes de sair de casa fazendo a minha marmita, para economizar no almoço ($2,50) e perdi o meu ônibus. Dai peguei outro que não era da minha linha e gastei $3. Fuén. Não gastei com nada fora isso hoje. Economizar é uma bosta, quero ser rica logo.
Dia #5: Tinha só uma aula de manhã, dai levei um biscoito clube social e duas barrinhas que foram trucidados no caminho para faculdade por mim e por minha irmã. Então, ela quis parar para comprar o café na lanchonete da minha faculdade e eu disse que tomar café da manhã era luxo e que não podia gastar nada. Esse negócio de dieta de gastos é chato por isso, toda hora tenho que lembrar as pessoas e a mim mesma que não posso gastar, dai no fim disse que tinha $2 e ela pagou o resto e comprei meu habitual-não-tão-mais-habitual Pão de queijo com iogurte de cenoura e laranja e ainda ganhei um Crunch de páscoa da Tia (<3). Tive que ficar até mais tarde depois da aula fazendo uns trabalhos, deu a hora do almoço, mas apesar da fome, achei que dava para esperar, cheguei na rodoviária as 13h e descobri que meu ônibus só sairia as 13:50. Me arrependi de não ter trago uma maçã comigo de casa, a fome era tanta, mas queria comer comida de sal. Ainda bem que não costumo comer as porcarias que vendem na rodoviária, porque não teria resistido. Fiquei lendo um livro (chamado "Antes de Morrer"...de fome!) e a hora passou mais rápido. Minha dieta de gastos está mais parecendo regime alimentar.
É isso, volto domingo para contar como foi resistir a ~Páscoa~ sem gastar!
PS: Curtam a página do blog no facebook. Uma forma de receber as atualizações do blog e curtir outros links legais que vejo por ai e compartilho lá! Juro que não sou spammer e não vou encher a timeline de vocês com coisas chatas. Sou muito amor!
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@jaquetaesaia
domingo, 25 de setembro de 2011
E eu achava que estava na pior...
Instalaram painéis eletrônicos na rodoviária de Brasília no lugar da placa velha que tinha papéis impressos com os números dos ônibus e quais percursos faziam. Agora, o painel eletrônico faz isso, Ainda é um mistério para mim se o esquema das linhas que são mostradas no display são de ônibus que estão parados para embarque de passageiros ou se estão chegando, só sei que entre as linhas mostradas, aparecem comerciais enaltecendo o nosso 'maravilhoso' governo, dicas sobre saúde e eventos e o horóscopo.
Esses dias passou o horóscopo para sagitário:
"Criar um mundo imaginário pode ser uma boa alternativa para esquecer dos problemas reais"
E é ai que você percebe que está na pior, quando até os astros dizem para correr para as montanhas congeladas de Nárnia ou tentar pegar o expresso de Horgwarts. E tudo bem, que o resultados das primeiras provas na faculdade ainda nem sairam, então não posso falar da minha agitada vida acadêmica. Mas a minha vida profissional e meus relacionamentos estão competindo com o Papai Noel para saber quem é mais real e existente. Papai Noel está ganhando de lavada.
Não vou me apegar a minha vida profissional tanto ainda, estou no começo da faculdade e preciso me focar no conhecimento. E então chegamos ao ponto mais complicado de tudo: relacionamentos.
Não sei mesmo aonde errei, se foi não ter andado com as garotas populares da escola para aprender as sacadas mágicas de sedução e tal ou se foi por ter lido 'Orgulho e Preconceito' e ter hoje altas expectativas sobre os caras quão qual me envolver.
Tempos atrás, conheci um cara gentil que faz aulas junto comigo. A princípio nem dava muita atenção, apesar de ele sempre perguntar alguma coisa qualquer e se oferecer para me ajudar. Eu sabia que ele andava me observando e comecei a reparar mais nele. Minha amiga dizia que ele era um fofo. E então, comecei achar ele assim e...nada. Ele simplesmente não arruma nenhuma desculpa para falar comigo ou coisa assim, assiste a aula e vai embora. Parece que foi coisa da minha cabeça ( provavelmente foi).
Se de fato ele se interessou por mim nas primeiras aulas, começo a achar que há algo que eu faço costumamente que assusta os caras, não sei bem o quê, se é falar demais, cara de confusa e blasé, risada retardada ou uma voz chata, mas-tem-algo-errado.
E eu não entendo o porquê, já que na minha cabeça, sou o tipo ideal de namorada: odeio DR, não sou ciumenta, não sou pegajosa (e odeio pessoas grude - argh), adoro filmes de ação e suspense ( e dependendo do horário até de terror!), acho ridículo apelidos carinhosos e constrangedores e não costumo ligar o tempo todo para ninguém ( talvez eu irrite um pouco com o fato de nunca atender o celular, mas pelo menos não fico mandando sms e ligando a cada 5 minutos). Eu sou tão legal, que casaria comigo! Tá, estou brincando.
Estou pensando seriamente em seguir o conselho do horóscopo e criar um mundo imaginário aonde eu possa me dar bem nele.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A crise dos 20 anos
Estava ali no twitter falando sobre como eu gastaria meu salário no combo: roupas + maquiagem + sapatos se tivesse um emprego ou coisa assim. E ai me lembrei dos livros. Todo mundo que lê meu blog faz um tempo ou me conhece faz um tempo sabe que eu AMO livros, mais do que ler, eu amo tê-los pertinho de mim na minha cabeceira e a tira colo. E que meu sonho nesse mundo, além de casar com um cara legal e descolado estilo Orlando Bloom, é ter uma biblioteca. Como eu pude me esquecer deles? eu era do tipo que juntava moedinhas para comprar livros toda semana, mês.
E foi então que a ficha o cartão de crédito caiu. Eu mudei.
Para a Thamy de uns tempos atrás ( não calculei o tempo ainda), livros era as melhores coisas que eu poderia querer comprar no meu aniversário, em dias que a gente acorda consumista e quando eu me sentia triste, era tudo que dava um up no meu humor. E outra diferença sutil, mas bem significante, como minhas médias caíram. Antes sem nenhum esforço, minhas notas eram sempre por volta de 7 - 10 e muito raro menos do que isso.
Hoje, quanto mais estudo, mas minha nota cai, é incrível. Estou levando pau em quase todas as matérias da faculdade e estou ficando imensamente feliz com uma nota 5, suficiente para passar. Eu nunca fui assim! A antiga Thamy odiaria ser a segunda da classe, hoje ela é uma das últimas.
E a realidade é que de cool-nerd passei para uma fashion-cool. Continuo sendo legal, mas não sou a mesma de antes, não sinto vontade de fazer amigos como antes e hoje em dia adoro me arrumar e cuidar desses assuntos de beleza/saúde/esportes e estou viciada em maquiagem. Juro. Nem parece eu, que gostava de tudo que tinha a ver com Filmes/séries/livros ( mais eu ainda gosto disso!).
É claro que mudanças sutis acontecem todos os dias e a gente nem percebe, mas imagina um dia você acordar totalmente diferente do que você é hoje e se perguntar "Como é que eu virei essa magrela chata que fala de painéis solares e coisas recicláveis e come tudo orgânico? Oh my God eu sou vegetariana!"
Enfim, depois que eu fiz minha primeira compra internacional de maquiagem e ando frequentando Happy Hours da vida, talvez mesmo eu esteja abandonando os ursinhos de pelúcia e investindo em saltos porque eu estou sofrendo da crise dos 20 anos.
Só uma coisa não mudou ao longo dos anos: minha habilidade para relacionamentos amorosos, sempre ruim.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Quem é você?
Eu sei, eu sei. Vocês devem está se perguntando o que a Thamy andou tomando dessa vez ou porque ela não para com essa onda de post filosóficos. Mas tcharam! dessa vez deixei todos os filósofos que eu "conheço" dentro do livro de filosofia e vim conhecer mais sobre vocês leitores do jaquetaesaia! Oba.
Claro que, fazendo um formulário para saber quem são as pessoas que me leem eu corro um sério risco de descobrir que nem uma singular alma vem aqui aqui para ver o que está rolando na minha badalada vida. Ok, parei com a ironia.
Todo mundo pronto?
Não conseguiu enviar por aqui ou visualizar? clique aqui
P.S: Adoraria que até mesmo aqueles que não comentam por preguiça, digo, por alguma razão de ordem superior responda.
quarta-feira, 9 de março de 2011
O Desprazer de malhar
Voltar para academia depois de dois anos sem olhar para uma esteira é no mínimo o maior desafio que a minha preguiça pode enfrentar. Encarar os antigos colegas de malhação também não é nada legal.
Mas então, como toda a nossa força de vontade que temos no primeiro de dia de todas as dietas que começamos - "Não quero saber de lasanha, de doces e até mesmo chocolate", prometemos a nós mesmo nos dias mais extremos de auto-consciência da nossa gordura - vamos para a academia, vestimos uma LEGGING e uma camiseta bem folgada para esconder todos os animais natalinos que eu comi o ano passado e me inscrevo para voltar a malhar.
Logo no começo, eles já nos expõem a uma humilhação pública: avaliação física. A recepcionista te leva para um daqueles professores que parecem modelo de capa da Runners fazer uma avaliação para ter certeza que você não vai morrer andando de esteira por mais de 10 minutos ( vai dizer que você não pensou em chamar ele para dizer que seu coração não está aguentando, suas pernas estão quase desmanchando e você está quase tendo tendo um ataque cardíaco - é a primeira coisa que eu penso para pular os mínimos 30 minutos tediosos na esteira) onde ele vai te perguntar quanto você estava pesando da última vez que você se pesou, e o pior! não adianta mentir porque ele logo vai te pesar, então se você arredondar 5 kg para baixo, ele vai saber e você vai se passar por mentirosa. Triste. Dai então começa a medir suas dobras cutâneas, popularmente conhecido como pneuzinhos e você quase morre de vergonha, mas a pessoa nem se importa, faz isso tão naturalmente como se apalpar gorduras alheias fosse coisas a coisa que a gente faz desde que nasce.
Então, depois eles te liberam para ir pra bicicleta, enquanto eles tiram uma ficha detalhada explicando de milhões de maneiras diferentes que você está gorda. Fato. Você se sente triste e acabada, apta a mudar de vida, subitamente a gente quer perder todos os quilos acumulados ao longo dos anos em 40 minutos de esteira, 20 de bicicleta e mais a malhação para deixar você subitamente com o corpo da Gisele B. Mas isso infelizmente não é possível, então a gente tem que ir para a academia todos os dias e além da costumeira esteira e bicicleta, musculação temos que marcar ponto em aulas de jump, spinning, axé, forró, step, pilates, ginástica localizada e abdominal, e eu já fico cansada só de listar as opções.
Tudo bem que há uns anos atrás eu listei "Os prazeres de Malhar". Tudo bem, eu não tiro a razão da Thamy de 2008, ela estava certa e era nova e não tão preguiçosa quanto a Thamy de hoje. Mas parece que todos os caras bonitos da academia se foram. E as mulheres gordas também, de tal modo que me sinto a única chubby do recinto. Parece que eu malho junto com todas as modelos da Victoria Secrets.
Volto logo assim que eu descobrir o segredo de malhar sem suar a chapinha ( sério, como tem menina que consegue essa proeza?) ou a teoria do gravidade para pessoas que estão nas aulas de jump.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Cat Missed
![]() |
| Por favor, volte Louie! |
Louie, meu gato, de tamanho médio e uma barriga branca meio protuberante (que eu adorava acariciar), amarelo riscadinho e super fofo está desaparecido desde ontem. Embora todos ao redor digam que gatos são traiçoeiros e não dão a mínima para os donos, nada leva a crer que o Louie não gostava da vida mansa que levava aqui em casa ( dormia quase o dia todo e tinha todas as regalias que um gato poderia ter) e de todas as hipóteses levantadas a mais plausível seja de que tenha sido sequestrado e vive em cativeiro em algum lugar por aqui por perto. Louie era muito dócil e fofo, até a minha mãe que vivia planejando formas de fazê-lo virar história não conseguia resistir ao charme e a doce companhia dele todas as tardes quando o mesmo ficava deitadinho nos pés do sofá onde minha mãe ficava deitada.
Bem, ando inconsolável pela casa, já não sou mais acordada com ele a meio centímetro de distância olhando fixamente para mim pedindo por comida e sinto um enorme vazio quando saio do banheiro e não o encontro sentado lá na porta me esperando. Quando chego em casa, ainda tenho a visão clara dele vindo correndo até o portão e deitando e rolando no chão para eu acariciar o seu avantajado bucho (que ele mantinha com muito esforço comendo toda hora) embora eu saiba que essa visão não é real.
Bem, se alguém tiver notícias.... A recompensa é boa (pago com minha gratidão).
Inconsoladamente,
Thamy
(solteirona sem o gato)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O que você quer ser quando crescer?
Muitos provavelmente pensaram: quero ser médico, jornalista, arquiteto..e por aí vai. Mas a pergunta não é que profissão você pretende seguir. E sim o que você quer ser quando "crescer". Ahh então agora você pensou: quero ser feliz! E como você será feliz? logo nos remetemos a dinheiro, marido bonito, casa grande...ou sei lá o quê. Sim, talvez um marido bonito, muito dinheiro e uma casa grande faça algumas pessoas felizes. Mas eu me pergunto por quanto tempo? Ás vezes penso que jamais seria feliz se fosse rica e não tivesse liberdade. Preciso me sentir um pássaro livre para querer ficar na gaiola.
O que ser quando crescer? Schoppenhauer dizia que vivemos insatisfeitos até conseguir o que queremos e depois que conseguimos ficamos entediados(ou alguma coisa assim). Não que concorde com ele em geral, mas essa teoria dele faz muito sentido para mim. Quem já não passou tanto tempo querendo alguma coisa e quando finalmente conseguiu enjoou rapidamente? eu já fiz isso milhões de vezes.Na verdade estou numa fase meio "enjoada" como se já tivesse visto de tudo nessa vida. Enjoei de estudar tanto, enjoei dos meus amigos, dos meus amores platônicos, de ver filmes e séries, ler livros, de escrever um blog, enjoei da minha cara e até do meu novo cabelo, enjoei de não conseguir nada e enjoei de conseguir alguma coisa. Do meu trabalho eu sempre estive enjoada. De praticamente tudo que eu gosto de fazer eu estou enjoada. Nada é novo para mim e parece que eu não consigo mudar isso. Fazer coisas novas? cansa (parei de falar "enjoa" porque já cansei dessa palavra também).
Não sei o que quero ser quando crescer, não sei se isso é uma fase. Seja como for, espero que passe logo, porque já estou cansada disso.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Motorista - 2
Motorista - 1
Comecei o processo de habilitação no inicio de janeiro, pouco tempo depois de completar 18 anos ( na verdade eu só não comecei o processo no outro dia porque no fim do ano o Detran está de férias). Provavelmente eu não vá andar de carro sempre, uma porque meu pseudo-salário não banca nem as passagens de ônibus, imagine só a gasolina de um carro. Então, depois de fazer a escola téorica em janeiro e a prova téorica somente em junho, comecei as aulas práticas no final de julho e pegava somente uma aula por dia e de vez em quando, as vezes semanas nem tinha aulas.
No final de setembro, dois meses depois de começar a aprender a dirigir, fui fazer o exame prático. Cheguei uns 20 minutos mais cedo do que a hora marcada, fiquei esperando, e como não pude ser a primeira a fazer o exame, quis ser a última. Eu estava bem nervosa enquanto esperava a minha vez (duas horas esperando), falava sem parar e meu instrutor tentou me distrair com as palavras cruzadas dele até a minha vez.
Meu examinador era um senhor negro, barrigudo, com cabelos longos (apesar da aparente calvice na parte da frente da cabeça) e usava um óculos escuros, ele aparentava uma brutalidade e dava vontade de chorar só de ver a cara dele. Era conhecido como "Playboy". Mas apesar de tudo isso, ele era super calmo e passava uma simpatia que não me inspirava confiança. Nem um pouco. A outra examinadora era loira e mal pude reparar nela, parecia querer ir para casa logo e tinha cara de tédio. Mas no fim acabou sendo mais simpática do que o "Playboy".
Durante o exame, estava extremamente calma, parecia drogada e fui fazendo o percurso que os examinadores me falavam. Estava indo bem, fiz uma garagem perfeita e logo depois deixei o carro apagar. Duas vezes. Então fiz uma curva errada e puff. O playboy em menos de 20 minutos comigo descobriu todos os meus defeitos (tá, ele só descobriu que eu era muito teimosa, e eu nem sei como ele consegui descobrir isso, quer dizer, nem é uma característica tão óbvia como ser feia, burra ou surda).
"Bom fim de semana" foi o que o Playboy me disse quando eu saia do carro. Senti toda a tensão do momento nas minhas pernas, que pareciam pesar uma tonelada, andei nem sei como, procurando o meu instrutor e quando achei um outro instrutor da auto-escola, mal conseguia controlar as lágrimas. Não sei porquê, mas já sabia que não tinha passado (tá eu sabia o porquê).
Voltei para casa ouvindo as histórias de quem não tinha passado outras vezes e que tinham certeza que tinham reprovado novamente.
O trauma foi grande ao saber que não tinha passado, me perguntava como a Paris Hilton conseguia e eu não, olhava os carros e me sentia tão incapaz. Fiz 7 pontos, o máximo para ser aprovado é 3 (Pela primeira vez na vida gabaritar os itens de uma prova não é legal).
Então amanhã, três semanas e cinco aulas mais depois, irei fazer a prova prática de novo. Provavelmente porque eu sou muito teimosa, tenho sido assim a minha vida toda, e quase nunca desisto das coisas.
Nota: menos de 45 dias agora. =}
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Motorista
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| Virar para a direita? qual lado é a direita? |
Faz duas semanas que eu comecei as minhas aulas de direção. No primeiro dia, achei que dirigir era a coisa mais fácil do mundo era só trocar as marchas e girar o volante (a verdade é que eu achava que estava dirigindo, mas quem estava dirigindo mesmo era o instrutor - me senti traída depois que descobri a verdade). Depois quando eu comecei a pegar mais o controle do carro e sair no trânsito, que tinha que mudar de marcha olhar o retrovisor mudar de marcha ligar a seta mudar de marcha frear apertar a embreagem toda apertar metade da embreagem e...(deixei sem as vírgulas para vocês lerem rápido e sentir a pressão de ter que pensar em fazer tudo isso em um curto espaço de tempo). Eu nunca sei se escuto o instrutor ou os meus pensamentos. E se eu escuto o instrutor, eu não lembro de continuar controlando o carro e se eu não escuto o instrutor, eu continuo errando. Se eu escutar o instrutor e prestar atenção no carro eu não entendo nada do que ele fala.
Daí que depois de algumas aulas eu chego arrasada em casa, achando que dirigir é muito chato e que eu não tenho coordenação motora e psicológica para isso. Quero me afogar nas cobertas, ligar a tevê e comer até não passar na porta.
Tem outros dias, que dirigir é emocionante, quase que uma aventura. Consigo mudar de marcha, lembro de soltar a embreagem devagar, mudar de marcha, pisar no freio, dar seta, mudar de marcha, olhar no retrovisor e até ultrapassar! Quase que me vejo saindo da aula de direção e estrelando o filme "Crossroads" (para quem não lembra é aquele filme que a Britney Spears viaja com as amigas para realizar o sonho de cantar ou alguma coisa do tipo). Anyway, quando chego em casa toda feliz me dá uma vontade de me jogar na cama, assistir uns filminhos e comer pipoca com brigadeiro.
Enfim, dirigir não é o fim do mundo. Se a Paris consegue...
PS: Os comentários ficam agora do lado esquerdo. Ou é o direito? - Abaixo daquele gif escândalo.
PS: Os comentários ficam agora do lado esquerdo. Ou é o direito? - Abaixo daquele gif escândalo.
sábado, 10 de julho de 2010
Uma semana para a Prova
Thamy uma semana antes do vestibular
Não vou enganar vocês: estou nervosa. Principalmente porque sem querer fiquei sabendo da concorrência do meu curso essa semana. É assim, no meio do ano a concorrência no vestibular é bem menor do que os vestibulares no início do ano, mas esse ano a demanda de vagas por curso caiu consideravelmente, inclusive do meu, mas para ter uma ideia, o meu é ainda maior do que a demanda dos cursos das pessoas que estudam comigo, tirando é claro medicina e direito.
Sei que tenho chances de passar, considerando que meus 221 concorrentes diretos podem ter aproveitado esse mês para assistir os jogos da copa, viajar de férias ou sem querer fiquem com dor de barriga no dia da prova, eu tenho chances. Eu acredito em mim.
Então, até dia 19, que eu volto aqui para contar como foi a prova em riqueza de detalhes. Ah, quero 221 comentários de "Boa sorte" ou coisas parecidas e animadoras de coisas que podem acontecer com os meus concorrentes.
Um beijão,
da Thamy
(que está imaginando como será a vida pós-vestibular)
P.S: O gato do post abaixo é meramente ilustrativo, embora esteja pensando em arrumar uma fantasia igualzinha pro Louie. Só que de sapinho ♥
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Não sei fazer títulos de posts.
Querido diário,
Estive me perguntando o porque do meu auto-isolamento. É mais ou menos assim, diário: eu passo o tempo todo cercada por pessoas, mas faço questão de ficar sozinha. Eu gosto de ficar sozinha. E ai, parece que quanto mais quero ficar só, mais as pessoas querem estar comigo. E quanto mais elas querem ficar comigo, mais eu quero ficar sozinha entende? não né? nem eu.
Então, eu queria entender o motivo para tudo isso. É porque, pode não parecer diário, mas eu adoro conversar. Dizem que as pessoas que gostam de falar pelos cotovelos, mas não tem ninguém para conversar criam blogs ou escrevem em diários.
Mas acho que isso não é verdade.
Também estive pensativa a respeito da minha incapacidade de gostar de alguém por muito tempo. É assim diário, eu gosto de uma pessoa, e só. Não falo nada, porque geralmente escolho as pessoas mais impossíveis, tipo, jogadores que falam um idioma muito diferente do que o meu, que moram em outro continente, sejam mais velhos, ricos e talvez casados (qualquer semelhança com o Ballack é inevitável). Assim, eu sei que nunca vou sofrer mais do que eu já sofro por gostar de alguém que nunca vai saber. Dizem também que para gostar de outras pessoas, devemos primeiro gostar de nós mesmos. Mas as pessoas dizem muitas coisas.
Percebe, diário? Nasci para viver sozinha.
Então, resolvi adotar um gato. Ele é o meu mais novo companheiro, que embora meu pai diga que não pode me acompanhar na velhice já que gatos não vivem por muito tempo (ainda mais aos meus cuidados), eu acho que ele vai viver o suficiente até eu arrumar um namorado. Caso contrário, o que é mais provável, já é possível me imaginar velha com o Louie para me animar tentando agarrar os fios do meus cabelos como se fosse um rato. Até porque gatos são muito parecidos comigo: eles dormem o dia todo.
Sinto me mais completa agora.
Sinto me mais completa agora.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Darwin e a seleção metroniana natural
Fiquei um tempo olhando pasmada para aquela cena que acontecia bem na minha frente. Era real. Eu não estava vendo pelos jornais ou lendo uma reportagem sobre o assunto, eu estava ali, presente na história, não me sentia um expectadora da vida, pela primeira vez em tempos me senti viva numa situação que para muitos pode ser considerada ruim.
Lembro da primeira vez que andei de metrô. Foi no meu aniversário de 15 anos, eu ia para o cinema com uma amiga e ela sabia andar nas estações e tudo o mais. Foi bem emocionante para mim, porque me sentia aquelas pessoas cool&cult dos filmes americanos. Para voltar, não quis esperar duas horas na parada para pegar o ônibus, preferi voltar de metrô. Eu peguei a linha errada e me perdi dentro da estação. Apesar de tudo (e olha que isso não foi nem uma fração de coisas-desastrosas-que-só-acontecem-no-dia-do-meu-aniversário) foi bem divertido.
Mas dessa vez não foi, ou não era para ser. Com a greve dos rodoviários, todo mundo só tinha uma solução para ir trabalhar: o metrô. O jornal matinal ainda faz questão de avisar "Tudo bem, ainda resta o metrô, que está vazio" (Se os jornalistas tivessem se deslocado de metrô para trabalhar, provavelmente o jornal matinal seria apresentado no jornal da meia-noite). E então, me senti como naqueles documentários da National Geografic onde passam alguns animais, geralmente predadores e presas, numa luta para conseguir alimento na vida selvagem da selva. Darwin explica isso também, já até imagino ele com aquela barba de Papai Noel, falando como se fosse um avô para os seus netinhos "É a seleção natural, queridos...faz parte da evolução".
E realmente deveria, o metrô estava tão lotado, que os mais fortes (que conseguiam empurrar e entrar nele por meio da força) ou os mais delgados (que por serem tão pequenos se enfiam em qualquer cm²) sobreviveriam. Eu por não pertencer a nenhuma das distintas classes (embora esteja malhando arduamente todos os anos bissextos para ficar mais delgada) provavelmente sucumbiria ali (até porque a minha espécie entraria em extinção se dependesse de mim para deixar descendentes no planeta).
E foi por isso que fiquei muito tempo parada, só olhando o caos que estava ao meu redor, pessoas se empurrando e expremendo-se para caber num lugar já ocupado. O que eu poderia fazer diante do exposto? nada, meus caros.
Tive então a genial ideia de pegar o metrô de volta para o terminal, para depois ir para a estação que eu queria. Eu, e mais 15748614 pessoas com a mesma ideia GENIAL entramos nas cabines cheias, que a cada estação ficava cada vez mais cheia até o ponto que já nem conseguia respirar. Dizem que em São Paulo o metrô vive assim.
E realmente deveria, o metrô estava tão lotado, que os mais fortes (que conseguiam empurrar e entrar nele por meio da força) ou os mais delgados (que por serem tão pequenos se enfiam em qualquer cm²) sobreviveriam. Eu por não pertencer a nenhuma das distintas classes (embora esteja malhando arduamente todos os anos bissextos para ficar mais delgada) provavelmente sucumbiria ali (até porque a minha espécie entraria em extinção se dependesse de mim para deixar descendentes no planeta).
E foi por isso que fiquei muito tempo parada, só olhando o caos que estava ao meu redor, pessoas se empurrando e expremendo-se para caber num lugar já ocupado. O que eu poderia fazer diante do exposto? nada, meus caros.
Tive então a genial ideia de pegar o metrô de volta para o terminal, para depois ir para a estação que eu queria. Eu, e mais 15748614 pessoas com a mesma ideia GENIAL entramos nas cabines cheias, que a cada estação ficava cada vez mais cheia até o ponto que já nem conseguia respirar. Dizem que em São Paulo o metrô vive assim.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
O ruim de crescer...
E não pode mais se esconder no guarda-roupa quando se brinca de esconde-esconde (ou se esconde de uma surra), nem é carregada no colo, não dá para tomar banho na pia (sim, é coisa de pobre mais eu adorava fazer isso) e nem na piscina de plástico no quintal e nem tomar banho pelada com a mangueira. Não dá mais para ficar pelada, afinal.
Você não pode mais ficar balançando nos parquinhos e nem andando de patins sem o seu pai dizer que você pode cair e morrer ou no mínimo fraturar a coluna (é, o meu pai me disse isso). E você não pode mais andar de velotrol sem parecer um retardado. Fora que brincar não é a coisa que você deve fazer fora dormir e comer.
Aliás, depois que você cresce ninguém fica correndo atrás de você com um prato de comida bem gostosa fazendo com a colher como se fosse um aviãozinho. Nem te obrigam mais a tomar biotônico fontoura. Na verdade, depois de grande, quanto menos você come melhor.
Lembro das minhas férias longas, tinha dias que assistia desenho animado a manhã toda, almoçava, tirava uma sonequinha básica (para recuperar as energias), brincava até não poder mais, geralmente inventando histórias, tipo da vez que eu era uma espiã, sereia, mocinha de dramas mexicanos, que era sequestrada, oprimida, subordinada em casa, colégio interno, orfanato, e que sempre fugia ou era resgatada numa espécie de luta ou uma fuga cheia de ação. Já fui até uma d'As Panteras. Brincava de tudo o que a minha imaginação permitia.
Quando se é criança você pode vestir-se de qualquer maneira, como todas as cores, andar com sandálias e meias, borboletinhas no cabelo em diferentes penteados a cada dia, e ninguém te acha patético.O tempo passa a medida que nós brincamos de viver. Ele passa, mas a gente não vê.
Me pergunto agora, quanto tempo mais me resta de juventude?
sábado, 27 de março de 2010
Isso não teve graça.
Thamy contando uma piada
Não sei contar piada.
É uma história muito engraçada de se contar ( ou não), como no decorrer dos meus anos recentes eu venho sofrendo com o fato de ter pouca ou nenhuma habilidade de contar piadas. É sério! Não tem nada mais chato do que você querer contar uma piada e não conseguir.
Tudo começa assim, eu vejo uma coisa engraçada, uma piada ou um fato que me faz rir horrores. Até então, tudo bem. O problema é quando eu vou tentar contar para alguém, só de lembrar eu já começo a rir descontroladamente (até lacrimejo) e a pessoa fica me olhando sem saber se ri de mim rindo ou se ri da situação ou se chama alguém para me internar. Então, a pessoa pede que eu me acalme, espera pacientemente eu parar de rir e, quando eu lembro de novo da piada/fato começo a ter outro ataque de risos e a pessoa perde a paciência. Fico séria e tendo pensar em algo triste, ai viro e volto a tentar contar para a pessoa e quando enfim eu consigo a pessoa já não acha graça ou pior, nem me dá atenção.
Outro fato curioso, é quando estou caminhando no meio da rua ou fazendo uma prova em alguma situação meio séria e começo a rir sozinha (a minha mente viaja do Azerbaijão à Zimbabwe em questão de minutos), relembro do fato/piada e começo a rir sozinha do nada. Sabe o que isso parece? insanidade! Até imagino as pessoas olhando para mim e pensando: "Nossa! tão novinha e já com problemas mentais".
domingo, 21 de março de 2010
Sobre Albert Einstein e as minhas teorias
"A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro." - Albert Einstein
Ontem estava assistindo o documentário sobre a vida de Albert Einstein (faz parte das minha metas pessoais de abandonar um pouco da futilidade e acrescentar um pouco de cultura útil na minha vida) e mesmo que eu tenha só assistido os dez primeiros minutos, desistido e começado a assistir "Educação". Sinto que os dez primeiros minutos realmente foram proveitosos.
Segundo o documentário, Albert Einstein teria sido um aluno muito desleixado na faculdade, faltava as aulas e ninguém acreditava muito nele, o pai dele teria morrido sem saber dos feitos de Einstein para a humanidade (espero que o meu não morra antes que eu entre para a faculdade!), Terminou a faculdade sem trabalho e chegou pensar em trabalhar vendendo seguros. Ele vivia deprimido por isso e tudo mais então arrumou um emprego de assistente de patentes, onde passava os dias analisando os pedidos de patentes. E mesmo sem ver o final do documentário, todo mundo sabe o que acontece no final né? sobre virar gênio, teoria da relatividade e tal (está bem, eu vou terminar de assistir)
Então, se nem tudo estava tão bem para o Albert, mas no fim acabou se tornando o gênio que foi, o que diria de mim com a minha vida amorosa que é igual a gravidade no espaço: quase nula. Que ainda estou tentando entrar para uma faculdade e arrumar um emprego legal?
No fim, Einstein e eu temos muito em comum. Mais do que imaginava. Não que eu vá descobrir alguma coisa que relucione a ciência e o mundo. Dadas as minhas condições atuais se eu revolucionar o meu quarto, já está de bom tamanho.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Qual é o sexo do seu cérebro?
Acabo de compreender todo o universo da minha mente inconstante.
Para saber se você também sofre do mesmo mal que eu clique aqui: ☺ e não se esqueça de me contar nos comentários o seu resultado (sofro de curiosidatite)
sábado, 20 de dezembro de 2008
Sobre o dia do meu aniversário....
Eu sempre achei que o dia 20 de Dezembro era o mais perfeito, dos 365 dias possíveis de se nascer.
Mas, vendo os meus aniversários passados, eu conclui que não é não.
É sempre um dos piores dias do ano, sempre chove, e nada de bom acontece. Eu estou cansada de ver pessoas que comemoram o aniversário das diferentes maneiras mais divertidas e emocionantes
Mas hoje não foi diferente.
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