domingo, 5 de junho de 2011

Só queria dizer "Oi"

...Perguntar como vai o seu dia e te ouvir falar por uns minutos sobre o que te aconteceu. Talvez eu nem preste atenção de fato ao que você está falando, mas fique reparando os movimentos do seu rosto quando está concentrado em algo. Então, soltarei umas leves risadinhas de em quando, de uma ou outra coisa que ouvi ou só porque você está rindo. Iriamos ficar procurando soluções revolucionárias para os nossos problemas cotidianos ou até mesmo você iria me ouvir dizer "Não liga para isso não, com tanta coisa para se preocupar nesse mundo, porque iremos nos importar com problemas tão insignificantes". Ou, talvez não fizéssemos nada disso, apenas olharemos um para o outro com olhares simples, mas que carrega tanto significados quanto um dicionário.
Não importa muito o que pode acontecer depois, só queria, por apenas um momento, um instante não hesitar   emr dizer "oi" sem medo do que pode acontecer depois.



sábado, 21 de maio de 2011

E se sua vida acabasse hoje?

Ok James, agora só falta tirar a camisa

Você fez tudo valer a pena? ou você sentiria a consciência pesar achando que faria tudo diferente, que está tudo errado, que nada está ainda do jeito que você espera. E se sua vida fosse tirada de você antes mesmo que você diga "Eu te amo" para todas as pessoas que são importantes na sua vida e antes me dizer "Sinto muito" por todas as vezes que você fez algo que deixou alguém triste ou magoado.

Se a sua vida acabasse hoje, como você seria lembrado? pense um pouquinho e reflita se é da mesma maneira que você queria ser lembrado? Quantas pessoas  estariam triste pela sua perda, sentiria falta das coisas que você faz ou fala, de pequenos detalhes das nossas atitudes que nem sabemos que temos. Tipo, aquele sorriso de lado quando estamos tímidos e aquela risada sincera de alguma coisa que não esperávamos que fosse engraçado. Um jeito de tirar o cabelo do rosto ou um forma de acalmar divertida. Ou diria " Se ela estivesse aqui, faria tal coisa dessa maneira, porque ela gostava assim" ou qualquer coisa tipo isso. 

Se eu partisse hoje, não teria feito metade de tudo que queria fazer, não teria me formado em Nutrição e começado uma carreira interessante num hospital onde todos diriam como "Ela é linda e simpática. Muito meiga! Adoro trabalhar com ela porque está sempre com um sorriso enorme no rosto e sempre animada para trabalhar!" e outras coisas lindas que todos os meus co-workers irão dizer de mim em um futuro muito próximo. Eles ainda me dariam lindas cestas de frutas no Dia do Nutricionista.

Não teria ainda encontrado meu grande-amor-da-minha-humilde-vida, aquele cara inteligente (porque né, me escolher para amar por toda vida é muita inteligência, eu tenho que dizer), bonito e super gentil que quando eu  acordasse o veria  de manhã tomando o seu café da manhã sentado na varanda lendo o jornal sem camisa e abriria um grande sorriso e iriamos discutir algum assunto bobo. Aliás, ele ainda seria do tipo que deixa pequenos post-its escondidos em lugares inusitados só para eu não esquecer de pensar nele durante o dia. Eu realmente não posso morrer hoje.

Não saberia como seriam a aparência dos meus filhos e nem como seria lidar com uma casa-só-minha-com-meu-próprio-gato-de-estimação. Não teria conhecido metade dos lugares que desejo conhecer e nem falado de como Deus é bom comigo a cada dia ( É muita bondade de Deus me deixar ter um marido lindo e um trabalho legal). Eu mal posso esperar para ver minha mãe e meu pai lidando com os netos, certeza que não posso morrer antes de ver isso.

E se você morresse hoje?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

New Girl


Quero muito ver, só porque:

a) Me identifiquei com a parte que ela chora em "Time of my life";
b) Em geral também sou um desastre em relacionamentos;
c) Queria muito ter amigos gatos e legais como os dela;
d) E é com a Zooey, que é tipo Robert Downey Jr das garotas.

sábado, 7 de maio de 2011

O Guia do mochileiro dos coletivos

Todo santa manhã do dia tenho o prazer de pegar um coletivão ( e bota coletivo nisso) para ir à faculdade. Como é o horário que praticamente todo mundo tem que sair de casa para ir trabalhar/estudar sempre tem congestionamento e o ônibus está sempre lotado. Então, me aperto entre os passageiros e vou o máximo que posso para o fundo.

Toda pessoa que costuma pegar ônibus diariamente desenvolve habilidades especiais, como se equilibrar com uma só mão enquanto segura uma bolsa ou livro na outra, sendo o nível master se equilibrar sem as duas mãos! ou se deslocar para o fundo no ônibus sem encostar na bunda dos outros que estão em pé no meio do ônibus. É um sanduíche humano, quem fica no meio é sempre muito espremido (é por isso que o alface está sempre murcho, pense nisso).

Ir para o fundo, em um ônibus lotado, significa tem um lugar para sentar muito antes de você descer no seu ponto. Já repararam que ônibus fica sempre lotado, mas uma parada antes de você descer sempre tem um lugar vazio que absolutamente NINGUÉM quer? é quase uma conspiração de um submundo natural ou lei da termodinâmica dos transportes coletivos ou sei lá. Enfim, no fundo sempre tem alguém que vai descer logo e só precisa tentar adivinhar quem é ficar lá por perto com cara de quem não dormiu de noite, olhando intensamente para a pessoa (estou levemente exagerando, eu sei). Aliás, não se pode dormir no ponto, se você se distrair com alguma coisa, logo um lugar vaga e uma pessoa que está do outro lado da catraca se teletransporta automaticamente para aquele lugar vazio.

Um dos meus passatempos favoritos é sem dúvida ficar olhando as pessoas nos carros na pista ( principalmente para ver se tem algum cara bonito de morrer dirigindo) e ficar imaginando para aonde estão indo, o que fazem ou se forem mais de duas pessoas, do que estão conversando. As vezes, dependendo do carro, batemos uma corrida imaginária e então eu fico acompanhando quem ultrapassa primeiro o semáforo mais próximo. E bem imprevisível, vai por mim. Diversão garantida às 6 e meia da manhã.
Aliás, se vocês forem usuários do serviço de transporte público, sorriam mais, não tem coisa mais deprimente do que olhar para um ônibus e ver todo mundo fazendo cosplay de zumbi. Se você leu até aqui, além de anotar as dicas, repare nisso.

E se você é dos sortudos que confortavelmente se desloca de carro para trabalhar ou estudar, fique sabendo que sempre tem alguém olhando para você ( talvez não como eu criando e recriando a sua vida) e pensando " Podia ser eu ali naquele carro".

domingo, 24 de abril de 2011

The Game

"Nunca deixe que o medo de errar a impeça de jogar" 
- A Nova Cinderela


Sempre me importei muito com os que os outros falavam de mim, e digo com toda sinceridade do mundo que mente para si mesmo quem diz que não liga para a opinião alheia. A verdade é que nos importamos mais com a opinião de uns do que de outros, mas nos importamos. Em certas ocasiões chegamos a dizer " Imagina o que [insira o nome da pessoa aqui] se me visse fazendo isso!" ou algo do tipo.
E porque eu me importo tanto? não sei, mas não consigo viver com a sensação de que alguém ficou desapontado comigo. Ando em tantos círculos sociais distintos que é impossível agradar a todos, mas sempre parei para pensar o que determinada pessoa pensaria de mim se fizesse tal coisa. 
Mas comecei a analisar as outras pessoas ( porque né, se elas analisam a minha, porque eu não posso avaliar a delas?) e percebi que elas aparentemente não se importam em desapontar os outros. Como conseguem viver desapontando os outros e ainda ser feliz? eu não sei. E é triste pensar que alguém se fechou tão fortemente numa redoma de vidro para pensar que o mundo gira em torno de si mesmo. 
Não podemos viver sozinhos, somos seres sociais, se você desaponta as pessoas ao seu redor ( amigos, família, pessoas que vivem com você todos os dias, etc) o que lhe sobra?
Mas então cheguei a conclusão que mesmo me importando com o que os outros pensam, não deveria deixar o medo de errar me impedir de jogar! E as coisas começaram a melhorar para o meu lado e chegaram a ficar tão boas, que nem acredito que seja verdade. Quer dizer, eu não confio em uma vida 100% feliz, até porque como diz meu amigo Schoppenhauer " ...vida perfeita é um tédio, cara!" ou algo do tipo, e logo fico desconfiada se algo ruim vem por aí nos próximos capítulos. O que quero dizer é que devemos parar de ter medo de viver, é isso. Mais nada.

Ps: Esse filme ilustra tão bem o que eu pensei, embora seja mentira o que a personagem da Hillary Duff disse no último quadrinho, porque ela realmente se importava com o que os outros pensavam dela sim, só que no fim ela estava tão (mãe, perdoe me pela palavra feia) lascada que já não tinha como ficar pior... OH Meu DOG, porque o ano passou tão rápido e dia 12 de junho já está aí? do que eu estava falando mesmo?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sucker Punch

Babydoll

Sábado passado fui comprar minha mochila na livraria do shopping e vi que o filme já tinha chegado nos cinemas daqui. É óbvio que eu tinha que estudar, então eu fui para a parada esperar minha mercedes particular, mas não passou por nada nesse mundo e eu tive infelizmente que voltar e assistir o filme. Devo ter relutado comigo mesmo por uns 30 segundos para não voltar para casa e estudar, mas meu cérebro chegou a conclusão de que ele é que manda em mim e se ele não queria estudar, não havia nada que eu podia fazer. 
Eu tinha visto o trailer fazia algum tempo de modo que eu nem me lembrava da história. Só sei que o filme me cativou nas primeiras cenas, com a fotografia, as músicas e a narração. Não conseguia entender a história de forma que tive que prestar atenção e não sabia como ia terminar. Porque é sério, a história não faz muito sentido e faz todo o sentido. Sabe, tipo filme francês?


Bem, o filme supostamente conta a história de Babydoll, que é internada no hospício pelo padrasto depois da morte da sua mãe para ficar com o dinheiro da herança ou alguma coisa assim sem importância ( Perceberam que eu sou uma maravilha para fazer resenhas?). Então é começa uma porção de eventos que não sabemos distinguir se é real ou é imaginário. Lá no hospício, Babydoll conhece outras meninas que vivem lá, mas no fim eu descobri que essas meninas são emoções da própria Babydoll. Não é incrível? eu não sabia disso quando eu estava vendo o filme, então tudo ficou meio bobo. Mas depois que eu descobri eu pensei "A-ha, que interessante!"


O filme conta com a linda Jena Malone, Emily Browning e a totalmente dispensável Vanessa Hudgens.
Quem já assistiu o que achou? me contem! E quem não assistiu corre para os cinema
para vir aqui me contar depois o que acharam e podermos comentar sobre o filme sem ser spoiler!
P.S: Continuem respondendo o formulário! Eu sei que eu não sou uma master do Google Docs, o que fez com que o formulário tivesse perguntas repetidas e sei lá mais o quê, mas é muito útil a respostas de vocês. Embora como não é com identificação, não sei quem é que respondeu. O que é bom e ruim, ao mesmo tempo. Então além de responder ao formulário, agradeço se comentar normalmente. 

Atenciosamente, Thamy
(que está levando pau nas matérias antes mesmo das provas)


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Quem é você?


Eu sei, eu sei. Vocês devem está se perguntando o que a Thamy andou tomando dessa vez ou porque ela não para com essa onda de post filosóficos. Mas tcharam! dessa vez deixei todos os filósofos que eu "conheço" dentro do livro de filosofia e vim conhecer mais sobre vocês leitores do jaquetaesaia! Oba.
Claro que, fazendo um formulário para saber quem são as pessoas que me leem eu corro um sério risco de descobrir que nem uma singular alma vem aqui aqui para ver o que está rolando na minha badalada vida. Ok, parei com a ironia.




Todo mundo pronto?



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P.S: Adoraria que até mesmo aqueles que não comentam por preguiça, digo, por alguma razão de ordem superior responda.
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